Christa
James
Ben
Filipa
Filipe
Joao
Pedro
Maria
Antonioquiroga
Emilio
Monica
Nuno
Thomas
Tiago
Artica
Anaa

Christa Sommerer e Laurent Mignonneau são artistas de renome internacional, investigadores e pioneiros da arte interactiva. Depois de trabalhar, pesquisar e ensinar nos EUA e no Japão durante 10 anos, criaram o departamento Interface Cultures na Universidade de Arte e Design em Linz, Áustria, onde ambos são professores. Sommerer é ainda Obel Guest Professor na Universidade de Aalborg, na Dinamarca, e Laurent Mignoneau foi Chair International Guest Professor da Universidade Paris 8, França. Sommerer e Mignonneau criaram em conjunto cerca de 30 obras de arte interactiva e receberam inúmeros prémios: o prémio ARCO BEEP 2016 em Madrid, Espanha, o Wu Guanzhong 2012 - Prémio de Inovação em Arte e Ciência, concedido pelo Ministério da Cultura da República Popular da China, o Golden Nica Award Prix Ars Electronica em 1994, o prémio Ovation do Festival Interactive Media em Los Angeles em 1995, o Multi Media Award'95 da Multimedia Association Japan, também em 1995, o World technology em 2001 concedido pela World Technology Network, em Londres e o Prémio uni:invent em 2008, que foi concedido pelo Ministério da Ciência e da Investigação da Áustria.

Sommerer & Mignonneau já participaram em cerca de 250 exposições internacionais e as suas obras podem ser encontradas em museus e colecções em todo o mundo. A dupla tem quatro livros publicados: Gerfried Stocker, Christa Sommerer, Laurent Mignonneau (Eds.) Christa Sommerer & Laurent Mignonneau - Interactive Art Research, 2009. Springer Verlag Vienna/New York; Christa Sommerer, Lakhmi C. Jain, Laurent Mignonneau,(Eds.) The Art and Science of Interface and Interaction Design, 2008. Springer Verlag, XIV, 190 p. 69 illus. Hardcover Studies in Computational Intelligence, Volume 141; Christa Sommerer, Laurent Mignonneau, Dorothée King (eds.) Interface Cultures - Artistic Aspects of Interaction August 2008, Transcript Verlag; C. Sommerer and L. Mignonneau, Art @ Science (Vienna/New York: Springer Verlag, 1998) ISBN 3-211-82953-9

ÁUSTRIA / FRANÇA

Exposições
Eau de Jardin (2004)
Phototropy (1994)
The Value of Art (Unquiet See) (2010)
Portrait on the Fly (interactive version) - (2015)

http://www.interface.ufg.ac.at/christa-laurent/

James Auger é um designer, investigador e professor cujo trabalho examina os impactos da tecnologia a nível social, cultural e pessoal, bem como os produtos que existem como resultado do seu desenvolvimento e aplicação.

Após se formar no Royal College of Art em 2001, em Design Products (MA), James mudou-se para Dublin para fazer investigação no Media Lab Europe (MLE) onde explorou o tema da comunicação humana mediada pela tecnologia. Depois do MLE James trabalhou em Tóquio como designer convidado no Issey Miyake Design Studio, onde desenvolveu novos conceitos para telemóveis. Entre 2005 e 2015 James fez parte do aclamado departamento Design Interactions na RCA, onde leccionou no programa de mestrado e continuou a trabalhar no desenvolvimento de abordagens críticas e especulativas ao design e à tecnologia, completando o seu doutoramento nesse tema em 2012.

Em paralelo com o seu trabalho académico James é um dos elementos da dupla de design especulativo Auger-Loizeau, uma colaboração que começou em 2000. Vários projectos da dupla Auger-Loizeau foram publicados e exibidos internacionalmente, incluíndo o MoMA, Nova Iorque; 21_21, Tóquio; The Science Museum, Londres; The National Museum of China, Pequim e Ars Electronica, Linz. O seu trabalho faz parte da colecção em exposição permanente no MoMA.

James mudou-se recentemente para Portugal para continuar o seu trabalho de investigação no Madeira Interactive Technologies Institute. O seu plano é explorar o potencial da ilha como um laboratório experimental através da combinação de propostas e projectos ficcionais, factuais e funcionais relacionados com energia de larga escala.

INGLATERRA

Workshop
Rethinking Smart

Talk
Speculative Futures

http://www.auger-loizeau.com/

Benjamin Grosser cria experiências interactivas, máquinas e sistemas que exploram as implicações culturais, sociais e políticas do software. Exposições recentes incluem locais como o Eyebeam, em Nova iorque, The White Building em Londres, o Digital Arts Festival, em Atenas, e a Galerie Charlot, em Paris. As suas obras já apareceram em publicações como a Wired, The Atlantic, The Guardian, Neural, El País, Der Spiegel e Le Monde. Grosser foi reconhecido com o Primeiro Prémio VIDA 16 e com o Expanded Media Award for Network Culture do Stuttgarter Filmwinter.

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Exposição
Tracing You (2015)

Talk
From Birthing the Apocalypse to BIG FAT FAIL: (Net) Art as Software Research

Workshop
Recomposing the Web: Writing Software to Investigate Software

http://bengrosser.com/

A Filipa é arquitecta, designer, mentora e maker. Tem o curso de Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (1999) e experiência profissional na Europa e nos Estados Unidos. Em 2012, fez um Mestrado em Estudos Profissionais pelo Programa de Telecomunicações Interactivas (ITP), Tisch Escola de Artes da Universidade de Nova Iorque (NYU) e, como designer de interacção, trabalha em computação física e técnicas de fabricação digital na manipulação de ambientes e conteúdos, convergindo assim as suas práticas.

No ITP co-fundou o SoftLAB, um espaço dedicado a projectos de I&D em ‘soft-circuits’, ‘crafts’ manuais tradicionais, exploração de materiais e tecnologias ‘wearable’. Ainda em Nova Iorque, juntou-se aos colaborativos “hTink” e “The Makery - NYC” como mentora em design e tecnologia com o intuito de desmistificar as novas tecnologias e promover o seu uso como ferramentas para desenvolver competências criativas. Voltou a Portugal em 2015 com o objectivo de promover abordagens educativas baseada no movimento Maker, criando conteúdos e fazendo consultoria como especialista em projectos de educação STEAM. A Filipa tem um sentido intuitivo para identificar potencial para colaborações e gosta de juntar pessoas e ideias.

PORTUGAL

Workshop
"Circa Diem"

http://cargocollective.com/filipatomaz

Artista e curador, doutorado em medias digitais, Filipe é actualmente investigador no grupo Reflective Interaction do EnsadLab (Laboratório da ENSAD - École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs) em Paris e professor no curso de design de interacção e artes digitais na Universidade de Valenciennes.

Filipe interessa-se pelos efeitos das tecnologias digitais na sociedade e no comportamento humano, focando-se especialmente nas tensões entre online e offline, digital e físico. Após terminar a sua tese de doutoramento intitulada “Experience and Meaning-making Process in Interactive Arts - The influence of play and aesthetic distance in interactive art encounters”, entre a ENSAD, Paris e a Feup (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - programa UT Austin-Portugal), Filipe iniciou um pós-doutoramento no contexto do projecto The Behavior of Things.

Durante o seu doutoramento foi aluno do mestrado SPEAP (Programa de Experimentação em Arte e Politica) dirigido por Bruno Latour na Sciences Po em Paris. O seu trabalho artístico (intermitente) tem sido apresentado em diferentes festivais e eventos em Portugal e no estrangeiro. Filipe foi o curador das exposições Re-enter Lisbon, no Clube Português de Artes e Ideias, em Lisboa, e de From Bits to Paper no Le Shadok, em Estrasburgo.

PORTUGAL

Exposição
Estática (2015)

http://la-neige-en-ete.net/filipe/

João Dias é um artista plástico com foco no desenvolvimento de linguagens em zonas limite como: pintura/escultura, desenho/instalação com especial interesse em combinações high-tech/low-tech.

Pesquisa meios de formatação da pincelada na tela, ao mesmo tempo que fotografa com maquinas scanner de alta resolução procurando o erro digital como elemento orgânico na fotografia.

Actualmente é fundador da "Saguão - Galeria Experimental" e do projeto "Objectos Experimentais", residências artísticas para desenvolvimento de objectos artísticos interactivos de cariz mecânico e/ou tecnológico no centro histórico de Viseu.

PORTUGAL

Pedro Gadanho é curador, autor e arquitecto. É o Director do MAAT, o novo Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, em Lisboa. Foi curador de arquitetura ontemporânea no Museu de Arte Moderna, em Nova Iorque, onde coordenou o Young Architects Program e organizou exposições como 9+1 Ways of Being Political, Uneven Growth, Endless House e A Japanese Constellation. Desde 2000, foi co- director da ExperimentaDesign, comissariou Metaflux, representação portuguesa na Bienal de Veneza de Arquitectura, e foi curador de mostras como Space Invaders, Post.Rotterdam, e Pancho Guedes, Um Modernista Alternativo. Foi o editor do bookazine Beyond, Short- Stories on the Post-Contemporary, do blog Shrapnel Contemporary, e contribui regularmente para publicações a nível internacional. Mestre em arte e arquitetura e doutorado em arquitetura e mass-media, é o autor de Arquitetura em Público, Prémio FAD de Pensamento e Crítica em 2012.

PORTUGAL

créditos da foto - ©pedro guimarães

Doutorada em Comunicação e Cultura, é professora no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde lecciona nos domínios da Teoria da Imagem, da Estética e Teoria dos Media e das Artes Contemporâneas. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, que dirigiu entre 2011-2015, tendo também coordenado, entre 2008 e 2011, a Linha de Investigação em Comunicação e Artes. Em 2001 e fundou a revista digital Interact – Revista On Line de Arte Cultura e Tecnologia (www.interact.com.pt), que dirigiu até 2006. Foi também directora da Revista de Comunicação e Linguagens entre 2010-2012. Os seus interesses de investigação e a sua actividade de publicação stão centrados na cultura e nas artes contemporâneas, na teoria da imagem e nas estética dos media.

PORTUGAL

“Media history conflates with earth history; the geological material of metals and chemicals get deterritorialized from their strata and re territorialized in machines that define our technical media culture (Parikka, 2015, p.16).”

Nascido em 1988, António Quiroga vive, estuda e trabalha em Londres.
Trabalha com som, música, electrónica e matéria orgânica e obsoleta. Interessa-se pela história e materialidade dos media. Uma das razões para trabalhar estas áreas é a sua alienação em relação aos novos media. Aquilo que os humanos entendem como um aparelho ou meio, ou como uma extensão das capacidades humanas, tem uma extensa história e ontologia inerente a si próprio. Quiroga acredita que através do questionamento das origens dos aparelhos tecnológicos podem-se revelar relações políticas, económicas, geopolíticas e sociais. Através da genealogia e recreação de meios de comunicação obsoletos, tenta expôr estas estructuras de poder latentes e enfatizar a história dos materiais inerentes nos novos media.

INGLATERRA

Workshop
From e-Waste to Sound Device

http://toni666quiroga.tumblr.com/

A práctica artística de Emilio Vavarella centra-se na filosofia política e no poder da tecnologia contemporânea. Emilio encontra-se actualmente a frequentar um doutoramento na Universidade de Harvard, depois de ter estudado na Universidade de Bolonha, na Iuav Universidade de Veneza, na Bezalel Academy em Tel Aviv e na Universidade Bilgi em Istambul. Emilio participa regularmente nos mais prestigiados festivais de media art, incluindo ISEA, SIGGRAPH, EMAF, JMAF e em locais prestigiados, tais como EYEBEAM, Museo Nacional Bellas Artes em Santiago e o National Art Center em Tóquio. Os seus trabalhos já foram publicados na ARTFORUM, Flash Art, Leonardo, WIRED and Digital Culture, entre outros.

fito_segrera é um artista, tecnologista e Head of Research/Creation na Chronus Art Center, Xangai. fito_segrera estudou artes plásticas e audiovisuais/produção de multimédia na Universidade Jorge Tadeo Lozano de Bogotá, Colômbia e completou um MFA em Design e Tecnologia com honra em Parsons, The New School, de Nova Iorque, enquanto Fulbright Scholar (desde 2013 até 2015). O seu trabalho de pesquisa e prática criativa apropria elementos da filosofia digital, inteligência artificial, o monismo e a física moderna, enquanto a computação física, programação de software e tecnologias de informação/telecomunicações são utilizadas para colocar questões ontológicas fundamentais sobre a natureza da realidade e da fisicalidade do universo. As suas principais exposições são: West Bund Art Center Shanghai 2015, SIGGRAPH 2014 Canada, Collision 20 & 21 na Boston Ciberarts Gallery 2014, Houston International Performance Biennale 2014, SXSW Austin TX 2014, EYEBEAM New York 2013, Agora Collective Center Berlin 2013, Dorkbot NYC 2013, Harvestworks New York 2013, Salon Regional de Artistas del Caribe, Web 2.0 Espacios alternativos 2012, Ripping mix, burn, rip 2010, Bogotá Biennale 2009.

ITÁLIA + COLÔMBIA

Exposição + Performance
TRANSICONMORPHOSIS (2013)


http://fii.to/

Monica Vlad desenha e desenvolve instalações e espaços com novos media. Ela utiliza as novas tecnologias como um meio artístico de expressão e como um meio para a comunicação interactiva e audiovisual de informação complexa. Monica explora o seu potencial para a comunicação espacial e arte. Ela desenha performances audiovisuais, esculturas media, instalações (interactivas) que têm um efeito nas suas respectivas localizações, dando-lhes assim uma identidade — para além da sua função e arquitectura.

ROMÉNIA

Performance
Scan.0

http://monicavlad.com/

Nuno Correia frequenta actualmente o Mestrado em Som e Imagem com especialização em Animação por Computador, na Universidade Católica Portuguesa, Centro Regional Porto. Trabalha com ideias que explorem a relação da arte com a tecnologia.

PORTUGAL

Exposição
Home is where your heart is (2016)

Thomas Grogan é um artista Francês e Britânico, nascido em Nottingham (Reino Unido), em 1991. Ele estudou no Royal College of Art, onde concluiu o mestrado em ‘Design Interactions’ após se ter formado na l’Ecole Cantonale d’Art de Lausanne. Desde 2014 que vive e trabalha em Londres.

O seu trabalho explora o uso de “product hacking” como um instrumento terapêutico através da subversão de objectos “ready-made” através de intervenções físicas e digitais. Thomas esteve já presente em diversas exposições e festivais, incluíndo locais como V&A, Roundhouse, Southbank Centre e o New Museum.

FRANÇA, INGLATERRA

Exposição
Artificial Mesmerism (2016)

http://www.thomas-grogan.com/

Da sua experiência como designer, artista e investigador, Tiago Rorke encontra-se habitualmente imerso em prototipagem e computação física, ferramentas e detalhes. O seu trabalho vai desde ferramentas para fazer e ensinar, até aparelhos e experiências que questionam as nossas relações do dia-a-dia com a tecnologia.

Nascido e criado em Wellington, Nova Zelândia, Tiago estudou desenho industrial na Universidade Victoria de Wellington School of Design, e é um alumni da Computacional Design Lab da Universidade Carnegie Mellon, Pittsburgh PA.

Co-fundador da Diatom, um estúdio com sede em Londres que constrói de ferramentas de design colaborativo e de código aberto, Tiago é agora um designer freelancer que trabalha entre hardware e software e vive em Lisboa, Portugal.

NOVA ZELÂNDIA, PORTUGAL

Exposição
Sea Battle (2016)

http://tiago.nz/

Artica é uma empresa Portuguesa cruzando a arte e a tecnologia. Consiste numa equipa multidisciplinar de profissionais com anos de experiência a desenvolver projectos nas áreas da computação criativa, design de interacção, visão por computador, criação de conteúdos, projecção de video, computação física, electrónica, robótica, computação gráfica, desenvolvimento web e código aberto.

PORTUGAL

Performance
Artica Underwater Assisted Performance

http://artica.cc/

anaa é um colectivo multidisciplinar que explora e questiona o impacto da tecnologia no contexto artístico, cultural e social. O seu trabalho parte de processos algorítmicos para a criação de peças interactivas que envolvem o espectador em experiências colaborativas.

PORTUGAL

Exposição
CAPTCHA-T (2016)

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